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Qualidade total no fitness - Antes tarde do que nunca

Por Christian Munaier, diretor do Grupo 4GOAL

No final da 2˚ Guerra Mundial, empresas japonesas revolucionaram o processo de produção de bens e serviços implementando os conceitos modernos de qualidade, capitaneadas por Deming e outros. Nascia a gestão da qualidade e todos os avanços a partir dali, sendo adotados no mundo desenvolvido.

No Brasil, a adoção da qualidade pelo mundo corporativo aconteceu no início da década de 90, com a abertura promovida pelo governo Collor. Estabeleceu-se então um padrão de comparação com os produtos estrangeiros, que levou os empresários a reverem seus processos e suas práticas.

A Qualidade Total e o Mercado de Academias no Brasil

O fitness business brasileiro vive um momento de rever suas crenças e processos. Com a chegada de operadores profissionais, implementando gestão disciplinada e processos bem definidos, o antigo modelo da academia voltada para si mesma, que acreditava no sucesso apenas pelo fato de existir, ruiu. Não basta abrir e fechar as portas todos os dias no horário marcado e recheá-la de empregados para ter o resultado financeiro desejado.

Acredito que esse momento que vivemos seja o parto de uma nova era na gestão de academias brasileiras. E nem todas as empresas sobreviverão no novo cenário.

Em 1949, Feigenbaum já conceituava o controle da qualidade total (CQT): "um sistema eficaz para integrar esforços de desenvolvimento, manutenção e melhoria da qualidade dos vários grupos de uma organização, permitindo levar a produção e os serviços aos níveis mais econômicos da operação e que atendam plenamente à satisfação do consumidor".

É hora das academias brasileiras se atentarem para esse conceito e entender que só quem busca entregar o melhor serviço do modelo proposto e vendido ao cliente terá seu lugar garantido no mercado. E toda essa mudança perpassa pelo desenvolvimento da equipe de trabalho. "É essencial educar cada um em cada divisão e deixar cada pessoa executar e promover o Controle de Qualidade." (ISHIKAWA, 1993)

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